Não escrevo palavras bonitas, escrevo sentimentos bonitos...!
I do not write nice words! I write beautiful thoughts ...




segunda-feira, 2 de junho de 2014



/// TROUVÉ /// Je vous présente Silva, guitariste de Porto, qui joue de la Bossa et plein d'autres choses. Belle rencontre....Rendez-vous à 20h30 !


Dei um concerto de Bossa Nova, neste espaço " Le Petit Joseph Dijon" no dia, 12 de Abril de 2014, a convite da gerente, Isa. Que me viu a actuar em Abbesses, aquando da minha recente estadia em Paris.

José M. Silva

Eu, com Joel Favreau, guitarrista de George Brassens no
Au Petit Théâtre du Bonheur,
Neste mesmo espaço, recebi vários elogios, por ter interpretado, 
Bossa Nova e alguns temas originais.

terça-feira, 25 de março de 2014

TALVEZ, (original and registered song by José M. Silva)

Música e letra de José M. Silva, cantautor.
Music and lyric by José M. Silva, sing and song writer.
Arranjo musical de Gildo Oliveira.
Musical arrangement by Gildo Oliveira.
Espero que gostem!
I hope you enjoy!
Regards
José M. Silva

terça-feira, 18 de março de 2014

INVENTA DOURO (ORGINAL AND REGISTERED SONG BY JOSÉ M. SILVA)


Olá amigos/as partilho convosco  a música que intitula o meu CD single 
exclusivamente de originais. A canção chama-se «Inventa Douro» e personifica
em termos metafóricos o rio douro.
Invents Douro, is the title of my Cd single.
This song talking about the river Douro, in Porto, Portugal. Is my land.
Musical arrangement by Gildo Oliveira.
I hope you like my music, soon I will record others songs, in English.
My regards!

José M. Silva



sábado, 22 de fevereiro de 2014


CLCK IN THE LINK ABOVE

I made this video of my painting exhibition and poetry book presentation called 
«THE SHADOWS» In Municipal Library of Portalegre. I also wrote The background music.

I hope you liked! 


please leave a comment :)

José M. Silva

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

THERE´S A MAN

I share with you a song that I wrote. The song, called «There's A Man » 
and talks about a man and a woman that looking they love. Meanwhile, 
the time goes by…
Partilho convosco uma música que escrevi há já algum tempo e que agora resolvi
gravar na web. A canção chama-se «There´s a man» e fala de um homem e uma mulher
que procuram a sua cara metade, enquanto isso o tempo, passa...

I hope you enjoy it and share with me your opinion. J
Espero que gostem e partilhem comigo a vossa opinião.


José M. Silva




Ok, cantar afinado com a guitarra desafinada não é para qualquer um. 
Como é obviamente óbvio, foi propositado, dado que não gosto de deixar
os meus dotes por "terras" alheias
Um grande bem-haja para todos e apareçam.
Inventem-se reinventem-se , multipliquem-se, façam pacto com o diabo.
Durmam com o inimigo, venham de trotinete, à boleia do Tony Carreira ou da Ágata...
mas cara... porra, pá! Apareçam!!!!!!!!!!!!!!!!!!  :)



Click on the link below

Clic no link abaixo, para visualizar este fantabulástico video

GAROTA DE IPANEMA

José M. Silva

INVENTA DOURO

Click on the link above to watch the video.
Clic no link acima para ver o video.

I wrote the song that you can listen in the video. 
The song called «INVENTA DOURO»
And talk about the river Douro (Porto, Portugal).


A música que toco e canto no video, chama-se «Inventa Douro»
e é de minha autoria, tal como a letra, que fala do rio Douro
de forma metafórica e personificada.

If you liked, please comment !
Se gostar deixe um comentário.

José M. Silva
Com amigos no Bar Paralelo 38,  Furadouro, Ovar

Hi, if you like of Bossa Nova, click on the link above!

Clicar no link acima para ver o video.
Espero que gostem desta minha incursão pela Bossa Nova.
Com esta lindíssima música de Tom Jovim «Insensatez»

José M. Silva

If you liked, please comment !

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

O falador de palavras mortas!

Essas palavras que cospes
estão condenadas à morte.
Pois, carregam a hipocrisia do mundo!

Falas do mundo…
Convencido que o mundo fala de ti.
E esqueces o que foste na ilusão do que és.

– O que é que tu não entendes?
Falador de palavras mortas.
– O silêncio? - As folhas a cair?
– Os ponteiros do relógio?
– As bibliotecas vazias?
– O ócio?...

Não fales palavras mortas.
O enigma é o efeito boomerang…


José M. Silva

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

O amanhecer descobre-nos o rosto

O amanhecer descobre-nos o rosto
olhamos hesitantes por entre as árvores
que lentamente se desnudam
revelando-nos o vernáculo vácuo
com que adormecemos e acordamos

Desolados
tentamos apagar da memória
o futuro (des) construído
o presente cativo
o passado encapuçado

Com linhas e pontos
desenhamos formas
com formas personificamos objectos
com objectos abraçamos memórias
com memórias olhamos as estrelas
e desejamos a sua luz o seu brilho

Sinto a caneta a fluir
pelo branco do papel
parcialmente coberto de azul

Os segundos (des) continuados
marcam compassos desalinhados
com uns a fazerem -se de outros
outros a fazerem -se de alguns
e alguns harpejando ponteiros gigantes

O amanhecer descobre-nos o rosto
sabemos e sentimos o peso da vida
a ausência da luz e reflectimos sobre as sombras…

José M Silva (Poema inédito)

A verdade…

Queres mesmo saber a verdade?
A verdade que jorra lágrimas e derrama sangue?!
E faz doer até as margens do teu leito
enquanto sustentas a respiração
e devoras todos os pedaços de mim
que abarcam a tua boca.

Queres saber do tempo?
Sim, esse tempo que tanto adoras,
mas que tanto abominas.
Apagou-se na crença do teu desamor
nas lembranças de mim e de ti
nas memórias de um futuro sem passado.

Por passar, passei eu! Muitas vezes.
E tu, sem te dares conta
contavas, as vezes que eu passava.
Quando adormecias com os meus olhos
e acordavas com os teus!

José M Silva (inédito)

Sim…

Sim, eu deixo-te ser
mesmo o que não és!
Devolveste-me a pergunta discreta e muda
enrolada em palavras soltas
esqueces que o silêncio colhe ecos.
Sobrevoo as mãos frias,
nas lembranças do teu rosto
e mergulho no teu ser, para poder estar.
E estou! Tu é que não queres ser.

José M Silva

Rascunho o amanhecer dos teus olhos

Rascunho o amanhecer dos teus olhos
nas folhas inconscientes que me caem aos pés.
Vejo as árvores a respirar o ar sufocante das ruas
que atravessam as pontes do teu caminho.

Os fluídos viciados
que circundam o teu hemisfério pensante
derrapam na indiferença do meu estar.

Não sei a palavra que és
nem mesmo sei a mascara que usas
quando te passeias pelas avenidas.
Só sei das palavras.
E por falar em palavras vou-te oferecer uma.
Só não sei que cor lhe dar!
Pensei no azul, mas achei-o demasiado frio.
Lembrei-me do vermelho mas achei-o demasiado quente.
De seguida ocorreu-me o branco mas achei-o demasiado neutro.

Se não te importas presenteio-te com uma palavra inefável.

José M Silva (Poema inédito)

Talvez fosse

Talvez fosse.
Sim, talvez fosse!
A nossa hora,
o nosso dia,
a nossa tarde de Setembro!
-Lembraste, dessas tardes?
O sol tardio relaxava-nos os corpos
E nós permanecíamos deitados, de mãos dadas;
de lábios colados, de olhos vidrados.
(dizendo todas as palavras que as palavras não dizem)

Tudo o que resta dessas tardes,
não passa de um sonho parado,
com imagens premonitórias de pés descalços,
modelados na areia molhada e desfeitos no rebentar das ondas.

Reparo nas fontes que endoidecem o silêncio
e canto para ti, só para ti!
Passeio pelo cais da saudade
penso nesse tempo que nunca foi nosso e pergunto!
- Queres ser o meu Setembro? - O esporão dos meus beijos?
- A luz da minha luz? - O fogo do meu fogo?
Então vem! Vem hoje, que o amanhã é água a correr.
E o amor é uma rosa, que na secura, morre!

José M Silva 19/10/2013